Podemos correr pra onde der na telha
Você sabe disso, e sabe mais.
Podemos atravessar esses canais
Você sabe que essa é velha
Faça então o que a em sua canção
Escreva ela para não acabar
Mas não escolha aquele bar
Que perdeu a emoção
Mas quando correr todo o caminho irá mudar,
Então salte e gire em sua cabeça e você vai sentir,
Podemos ver através da rua
Você pode parar c quiser
Quando você vê o que vier
Vai esta tudo numa boa
Mas quando correr todo o caminho irá mudar,
Então salte e gire em sua cabeça e você vai sentir,
A lógica proporção da sua canção
Mas eu também quero experimentar
Quero sair e ir com você aonde a mudança não alcança
Podemos correr pra onde der na telha
Você sabe disso, e sabe mais.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Mas chega de saudade...
...a realidade é que aprendemos com João, pra sempre ser desafinados.
''pois se teu riso contemplasse minha loucura...tu iria continuar sorrindo,e eu sendo louco ''
Para as minhas flores II
nós,
que batemos os pés descalços por sobre as cabeças sonolentas
dos vizinhos de baixo
e que, extenuados, honramos livros e discos espalhando-os em displicência lúdica
pelo tapete vidente da sala,
somos o que há de mel nessa grande colméia acinzentada
e absurdamente cheia de zumbidos mecânicos e estéreis!
que batemos os pés descalços por sobre as cabeças sonolentas
dos vizinhos de baixo
e que, extenuados, honramos livros e discos espalhando-os em displicência lúdica
pelo tapete vidente da sala,
somos o que há de mel nessa grande colméia acinzentada
e absurdamente cheia de zumbidos mecânicos e estéreis!
Para as minhas flores
Te acordes!
O amor vem ligeiro
E de olhos abertos
Quer ser recebido.
Tem fome de carne
E quer ser embebido
Em álcool usineiro.
Deflore o infinito!
Há um sol no mundo
Sem saber de nós,
De nossas portas e janelas,
De nossas varandas
Com flores de cheiro.
Não cuides!
Se é pra morrer
Que seja de amor!
Te acordes e vire música!
O amor vem ligeiro
E de olhos abertos
Quer ser recebido.
Tem fome de carne
E quer ser embebido
Em álcool usineiro.
Deflore o infinito!
Há um sol no mundo
Sem saber de nós,
De nossas portas e janelas,
De nossas varandas
Com flores de cheiro.
Não cuides!
Se é pra morrer
Que seja de amor!
Te acordes e vire música!
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